Durante o mes de abril, os/as alumnos/as de portugués de 1ºBACH estiveron preparando unha exposición para conmemorar o 52 aniversario da Revolución dos Cravos portuguesa, que puxo fin a 48 anos de ditadura, a máis longa de Europa.
Cada grupo centrouse nunha disciplina artística concreta. Eis os resultados:
Filmes do 25 de Abril, por Antía Gómez e Iria Roade.
Poesia do 25 de Abril, por Gonzalo Espiñeira e Miguel González.
Música do 25 de Abril, por Carme Roel e Alba Sánchez.
Artes plásticas do 25 de Abril, por Lucía Oliver e Juliana Díaz.
Hoxe celébrase en Portugal o Día da Liberdade para lembrar a Revolución dos Caraveis que puxo fin á ditadura o 25 de abril de 1974.
Dende o IES de Curtis queremos sumarnos a esta conmemoración e festexar o triunfo da liberdade. A continuación reproducimos un pequeno texto elaborado nas nosas aulas de Portugués onde se conta a historia desta fermosa e pacifica revolución.
O Dia da Liberdade é uma data muito importante para Portugal e para o povo
português. Esta celebração ocorre no dia 25 de abril de cada ano, em
comemoração ao fim da ditadura liderada por António de Oliveira Salazar, que
durou quase 50 anos, desde 1926 até 1974.
Em 25 de abril de 1974, um
grupo de militares liderou uma revolução pacífica que pôs fim ao regime
ditatorial em Portugal. Este movimento ficou conhecido como a "Revolução
dos Cravos", pois as pessoas colocaram cravos nas espingardas dos
soldados como um sinal de paz e liberdade.
Desde então, Portugal tem sido um país democrático, onde as pessoas podem
expressar suas opiniões e escolher seus líderes através de eleições livres e
justas.
O Dia da Liberdade é um lembrete de que a liberdade e a democracia são
valores fundamentais que devem ser defendidos e protegidos em todos os
momentos. É um dia para celebrar a coragem e a determinação do povo português
em lutar por seus direitos e por um futuro melhor.
"Grândola, Vila Morena" é uma das mais emblemáticas e importantes
canções da música portuguesa. Foi escrita pelo músico e compositor português
Zeca Afonso em 1972, em pleno regime ditatorial.O país vivia sob uma
forte censura, com liberdades civis limitadas e restrições à liberdade de
expressão. A música e a cultura em geral eram controladas e utilizadas como
ferramentas de propaganda pelo regime.
A canção "Grândola, Vila Morena" foi escrita como uma homenagem à
cidade de Grândola, no sul de Portugal, e à sua população, que Zeca Afonso
considerava um exemplo de resistência contra o regime opressivo. A letra fala
de um povo unido e solidário, que trabalha duro e que é capaz de lutar por uma
vida melhor. Na ditadura considerou-se como uma expressão do partido comunista
e, pelo tanto, foi proibida.
A composição foi escolhida como o sinal para o início da Revolução dos
Cravos, que derrubou o regime ditatorial em 25 de abril de 1974. Naquela noite,
as Forças Armadas portuguesas ocuparam a rádio pública e transmitiram a canção
"Grândola, Vila Morena" várias vezes, como um sinal para todos os que
lutavam pela liberdade e pela democracia em Portugal.
A cidade de Grândola e
seus habitantes são como um símbolo de luta e resistência contra a ditadura,
destacando a importância da unidade e da solidariedade entre as pessoas. A letra
celebra a liberdade e a esperança, e se tornou um hino da revolução, sendo
cantada por milhares de pessoas nas ruas em Portugal após a queda do regime.
"Grândola, Vila Morena" é uma composição que representa a luta
pela liberdade e pela democracia em Portugal, e se tornou um símbolo da
Revolução dos Cravos e de uma das páginas mais importantes da história do país.
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